quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Santuário de Nª Srª da Encarnação
Tenho sorte e privilégio
De poder apreciar
Este belo Santuário
Que gosto de admirar
Localizado num monte
Admirando o castelo
Não tem inveja dele
Que também é muito belo
Lá viveu o D. Diniz
Com sua esposa ISABEL
De quem ele desconfiava
Que lhe era infiel
Leiria, 01/02/2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Ontem...
Ontem, dia 29 de Janeiro de 2014, cerca das 14h 30m, ao passar no Largo de Santa Isabel, em Leiria, reparei que a rotunda desse mesmo largo tinha virado a parque de estacionamento.
Por acaso, levava comigo a minha digital...e não consegui seguir o meu caminho, sem fazer este registo que achei interessante!
sábado, 28 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
"A PEDRA DA CALÇADA"
A PEDRA DA CALÇADAArrancada, despresada,
Uma pedra da calçada,
Posta ao canto duma rua,
Lembrou o mundo ruim
E pôs-se a contar assim
Os transes da vida sua:
“Eu sou de serras distantes,
Onde as fontes, sussurantes,
P’la noite velha adormecem;
E vim p’ra a cidade enorme,
Onde nem a noite dorme
E os homens não se conhecem !
Sobre mim, passaram nobres;
Sobre mim, dormiram pobres;
Vi risos maus; dor’s sublimes,
Salpicaram-me, no entanto,
Com tristes gotas de pranto
E negro sangue de crimes.
Eu vi riquezas mentidas,
Eu vi misérias ‘scondidas,
Vi honra e devassidão;
Guardei-me dos homens falsos,
Debaixo dos pés descalços
Dos pobrezinhos sem pão”.
E aquela pedra sombria,
Muito negra, muito fria
Com um desgosto profundo,
Deixou-se ficar alí;
Não por vergonha de si,
Mas por vergonha do Mundo !
(J. Frederico de Brito)
Uma pedra da calçada,
Posta ao canto duma rua,
Lembrou o mundo ruim
E pôs-se a contar assim
Os transes da vida sua:
“Eu sou de serras distantes,
Onde as fontes, sussurantes,
P’la noite velha adormecem;
E vim p’ra a cidade enorme,
Onde nem a noite dorme
E os homens não se conhecem !
Sobre mim, passaram nobres;
Sobre mim, dormiram pobres;
Vi risos maus; dor’s sublimes,
Salpicaram-me, no entanto,
Com tristes gotas de pranto
E negro sangue de crimes.
Eu vi riquezas mentidas,
Eu vi misérias ‘scondidas,
Vi honra e devassidão;
Guardei-me dos homens falsos,
Debaixo dos pés descalços
Dos pobrezinhos sem pão”.
E aquela pedra sombria,
Muito negra, muito fria
Com um desgosto profundo,
Deixou-se ficar alí;
Não por vergonha de si,
Mas por vergonha do Mundo !
(J. Frederico de Brito)
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